Presidi a União Ruralista, convivo com cooperativa e com quem levanta antes do sol. Por isso eu falo dos nossos vales sem precisar de cartilha: eles não são pobres. São ricos e esquecidos.

Tem dor que aparece em estatística. E tem dor que a gente só conhece quando senta na cadeira de prefeito e o telefone toca às seis da manhã: o posto sem médico, a mãe sem vaga na escola, a rua que alaga toda chuva.
Eu sentei nessa cadeira duas vezes, em uma das maiores cidades de Minas. Aprendi onde dói, quanto custa resolver e por onde o dinheiro anda.
Mas eu não comecei ali. Presidi a União Ruralista, convivo com cooperativa e com quem levanta antes do sol, do dono da terra ao agricultor familiar que leva a banca pra feira. Por isso eu falo dos nossos vales sem precisar de cartilha: eles não são pobres. São ricos e esquecidos.
Ligado ao cooperativismo do Vale do Rio Doce, chegou à presidência da União Ruralista — a entidade que representa quem produz na região.
Governador Valadares, uma das maiores cidades de Minas, com mandato encerrado em dezembro de 2024. Oito anos de gestão com entrega verificável.
Candidato a deputado estadual pelo Republicanos, número 10456, para levar à Assembleia o que já deu certo em Valadares.
Gosto de andar, de ouvir e de responder. É assim que eu quero representar você: sem atravessador, com endereço e com nome.
E aprendi uma terceira coisa, que talvez seja a mais importante: dá para resolver.
Ver o que foi entregueQuatro convicções que explicam por que eu saí da prefeitura e para onde eu quero levar isso.
Nasci, cresci, produzi e governei nesta região. O Vale do Rio Doce, o Mucuri e o Jequitinhonha não são para mim um mapa de campanha: são o lugar onde eu conheço o nome do prefeito, o buraco da estrada e o posto que fecha às cinco.
Nossos vales não são pobres. São ricos e esquecidos — e a diferença entre uma coisa e outra é ter quem brigue por eles em Belo Horizonte.
O município é quem atende primeiro e quem paga por último. A ambulância é da prefeitura. A estrada que leva o leite é da prefeitura. A creche, a merenda e o remédio que faltou na farmácia do posto batem na porta do prefeito — mesmo quando a responsabilidade é do Estado.
Eu sentei nessa cadeira duas vezes. Sei quanto custa, sei de onde o dinheiro vem e sei quanto tempo ele demora. Deputado que nunca administrou nada não faz ideia do tamanho dessa conta.
Existe quem colha voto na nossa região e depois dilua o mandato pelo estado inteiro, aparecendo aqui de quatro em quatro anos. O recurso vai para onde o deputado está — e quando ninguém está aqui, ele simplesmente não vem.
O meu compromisso é o contrário: emenda, orçamento e articulação com o nome das nossas cidades escrito. Não é favor a prefeito. É devolver para a região o dinheiro que a região já paga de imposto.
O Hospital Regional de Governador Valadares está parado. O dinheiro para a obra já foi depositado na conta do Estado. Enquanto isso, o Hospital Municipal vive lotado atendendo mais de cem cidades da nossa macrorregião — inclusive as que não têm nem pronto-socorro.
É essa a diferença entre reclamar e resolver. E é por isso que eu quero o mandato.
Estamos reunindo apoiadores voluntários em todas as cidades de Minas.